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Teoria do Cruzamento
Os cruzamentos de pepino podem ser realizados conforme recomendação de Lower & Edwards (1986). Para a polinização controlada, as flores são reconhecidas no dia anterior a sua antese (abertura da flor) e para que isso de fato ocorra é feito o amarrio das pétalas da flor, com um barbante de cor viva, de preferência vermelho. No dia seguinte, as pétalas das flores femininas são retiradas e o estigma está pronto para receber o pólen, do genitor masculino.
Após a polinização, as flores femininas são protegidas por um saco de papel e um clipes, que é preso no pedúnculo (evitando a polinização por insetos). Também no pedúnculo, coloca-se uma etiqueta identificando o cruzamento (fonte do pólen) e data. As flores não reconhecidas na antese são descartadas, para não atrapalhar o desenvolvimento dos frutos cruzados.